sábado, novembro 05, 2005

?

O que é que se diz?
O que é que se faz?
O que é ser feliz?
E será que isso satisfaz?!
O que farei do dia?
O que farei da aurora?
Existirá harmonia
Como existiu outrora?
Existirá tranquilidade
No acto de confiar,
Numa futura amizade
Que terá o risco de acabar?
E do amor?
Que poderei eu dizer?
Continuará o seu calor
Se eu o conseguir manter?
Então e a vida?
Acabará com a morte?
Ou será uma saída
Para uma nova sorte?
Qual será a conclusão
Que poderei tirar?
Quando desesperadamente se foge da solidão
Correndo o risco dela nos matar.

5 Comments:

Blogger Pandora said...

Apenas um desvairo de alma... mas passou depressa, foi só o tempo de postar.

5/11/05 05:18  
Blogger Eleafar Cananita said...

Yo pensé que era un fado de tu país. Luego creí que era un poema medieval de castilla. Pero tú dices que apenas es un desvarío del alma. Me gustan los desvaríos aunque apenas duren una fracción de tiempo. un beso.

5/11/05 17:02  
Anonymous Anónimo said...

...se foge da solidão
Correndo o risco dela nos matar. Um desvairo que a mim às vezes não passa assim tão depressa. B. TSC

6/11/05 13:26  
Blogger Lobito said...

Amiga mia. ¿Cuándo vienes?

Te desapareces y luego apareces. Así,de pronto.

Espero te.

7/11/05 02:32  
Anonymous nelson said...

os "devareios" de alma, n passam mesmo disso...servem, para usarmos uma "borracha" sobre.
-"O que é que se diz?
O que é que se faz?
O que é ser feliz?
E será que isso satisfaz?!
O que farei do dia?"-
Neste começo, lembrei-me apenas de uma coisa, o remedio para quase td... quase... mas mt bom!
UM CAFÈ... uno bello caffé ristreto!

17/11/05 01:39  

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